terça-feira, 19 de maio de 2009
Nada atormenta o Adamastor pois ele não existe.
No fim da luta vem a morte, no fim da morte acaba a esperança, no fim da esperança começa a vida.
sábado, 16 de maio de 2009
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Uma noite comum também para os meus olhos, que vêem a tinta do que não escreveram a escorrer, borrada pelas macabras gotas que caem do céu. Aí sim, as intenções se tornam palavras: molho a pena na chuva negra, firo a minha língua, e com a boca e a pena em sangue, transmito as palavras que me iam nas veias mas que a língua não queria soltar.