domingo, 23 de novembro de 2014

You come, and with every footstep you bring that crazy drugged German chaos with you. You bring violence, you bring joy, you bring the extreme, and you always bring some half-witted dumb fuck who fucks my night.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Jah's hot ethiopian blood runs in your south african's norse winter veins.
Your soul makes the autumn leaves spring from every tree.

No, I wouldn't mention summertime. You're too hot for that.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

My sin, my soul.

The tip of the tongue taking a trip of three steps down the palate to tap, at three, on the teeth.

sábado, 15 de novembro de 2014

Tristemente hilariante, a forma como me devolveste o dom da escrita, e não o sou capaz de segurar. Os meus dedos sabem as ranhuras de cor, de tecla em tecla, sentem o relevo do caractére; poisam o suor no fatídico premir de palavras de ordem e cálculo, e cálculos, e ordens. Mas o sangue, esse, perco-o em mim, fraco e passivo, que mal percorre as artérias e veias o suficiente para que consiga escrever sequer esta reflexão. Um espelho baço, embaciado pela recorrente decadência do ser.
Tu devolveste-me o palpitar das palavras, e não o fui capaz de segurar. Que vergonha. Ele sim, segura-me, quando se propõe a ser materializado na mais pura das abstracções realizadas: a palavra, para além do vento, para além da sensação, da idéia. Depreendo que seja este o mesmo palpitar a gritar por socorro, abusando das minhas mãos para se fazer ouvir, abusando dos meus olhos para se fazer ler. Não grita para que o salvem e o cuidem. Não grita sequer para que o acudam de todo. Mas para que não caia no vazio da memória. Porque se não o sou capaz de segurar, quem há-de ser capaz de o lembrar.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

sábado, 1 de novembro de 2014

Invictus by William Earnest Henley (1875)

Se não o posso dizer por um antigo eu, que se forme outra vida do éter, que tome conta do presente e do futuro, mas não do passado.
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Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.