O lado negro do céu preenche-me a alma na quietude da sua revolvente existência. Quantas estrelas, quantos gigantes em chamas o povoam?
Nenhum. Nenhum colosso de fogo que sobreviva ao prateado da feiticeira que ilumina a noite, trai presas e caçadores, projecta sombra e morte nas florestas, brilho límbico nos olhos ausentes dos nómadas que hipnotiza.
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