As narinas expiram vapor perfurado por um fogo fétido. Pois ele dorme, uma montanha lhe pesa nas costas. Mas no rachar da rocha e no sentir do ar gelado do Norte, os olhos abrirão, as pupilas fitarão a luz intrusa na sua cobardia milenar, e toda a cordilheira ouvirá o seu rugido e sentirá o vento das suas asas.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
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