Que se derrame o ácido sobre a cabeça e o corpo!
Voltem, luzes sombrias, levem-me daqui nas vibrações irresistíveis e nos terramotos que provocam!
Uma noite comum também para os meus olhos, que vêem a tinta do que não escreveram a escorrer, borrada pelas macabras gotas que caem do céu. Aí sim, as intenções se tornam palavras: molho a pena na chuva negra, firo a minha língua, e com a boca e a pena em sangue, transmito as palavras que me iam nas veias mas que a língua não queria soltar.
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