As paredes interiores escorrem com inveja, desilusão, enquanto as mãos do crescimento as tentam escalar. Quão difícil é escolher por que se esquece; entre odiar, e deixar de querer. Que não se queira nada. Que o futuro já tenha passado. Que cada dia seja o último. E que o último seja apenas outro. Paz, ou abafamento?
terça-feira, 18 de março de 2014
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