Afinal não são cores, mas negrume, o que vejo. Não elfos e fadas em pós e incensos, mas demónios com chagas, feridas abertas e infectadas, a agarrar os tornozelos enquanto passo nas margens dos lagos onde um dia se afogaram. Mas puxo-os um pouco acima e rapidamente pontapeio-lhes a cabeça, prossiguindo o meu caminho, sabendo que acabarei como eles.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
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