Na metalurgia e instrumentalização da mente aponta-se para um objectivo central: imunizar a mente contra as condições agrestes do exterior, enquanto permitindo o seu bom funcionamento e comunicação. Consiste em envolver a consciência numa membrana de aço, sendo este composto por um conjunto de metais ainda no processo de descobrimento, assim como as suas fracções no total. Deve ser também uma tecnologia limpa, que não deixe marcas no ambiente, enquanto que deve permitir a comunicação da mente com o exterior.
Enquanto que o processo da composição do aço se submete a um desenvolvimento contínuo, a sua actualização perante a aprendizagem de qualquer tema melhora o produto final - é um trabalho sem fim. No entanto a disposição das vias de comunicação entre a entidade central e o universo (composto por pessoas, os seus produtos, a natureza, e as variadas relações entre estes três) é calculável. Não apresentando as equações, ainda também a serem estudadas nesta tecnologia emergente, devem obedecer ao seu próprio conjunto de requisitos.
Os orifícios de entrada devem ser precisamente espaçados, de abertura suficiente (mas não mais que suficiente) para adquirir novos conhecimentos sobre o ambiente que rodeia, permitir a passagem de estímulos do exterior (como visuais, sonoros, olfactivos, entre outros) para os sensores da entidade observadora; a precisão destes parâmetros é essencial para minimizar o risco de contaminação e maximizar o fluxo de informação para o interior.
Após as sensações serem obtidas, devem ser processadas num ambiente estéril, sem contaminação de dados, percepcionadas separadamente. Com o processamento dos dados gera-se informação, sendo esta do primeiro nível (i.e. o nível mais básico). Dado que cada sensor processa os mesmos dados separadamente, a informação gerada deve ser compilada numa fase seguinte. O ambiente deve ser analisado tendo em conta todas as variáveis, falhas e atributos do mesmo, permitindo gerar de ante-mão o erro máximo, a partir do qual se obtém pré-processamento nível 2 o grau de confiança das conclusões a serem inferidas, minimizando uma vez mais os erros.
No segundo nível de processamento pretende-se que seja gerado o pensamento interno, a primeira fase de processamento consciente. Neste nível é de especial importância a aplicação do conceito de caixa-negra, sendo que o pensamento deve ser objectivo e independente de factores como os locutores, o estado de espírito, a massa da consciência (que quando submetida a uma influência gravitacional de personalidade se torna em peso de consciência). Apenas deste modo é possível garantir o correcto processamento da informação e resistir às falácias comuns ao ser humano, sendo que esta tecnologia é direccionada à espécie referida.
Este nível pode ser executado de uma forma recursiva ou iterativa (respectivamente), dependendo de se se dispõe as equações da lógica proposicional antes ou depois (respectivamente) das conclusões. Na execução recursiva acede-se de ante-mão ao banco de dados (B.D. doravante) de hipóteses formuladas, seleccionando as relevantes ao tema; procede-se então ao processamento da informação mais básica e ao preenchimento das variáveis das equações lógicas, repetindo o processamento com a adição dos valores lógicos das sub-equações obtidos em cada execução. Pelo método iterativo observa-se primeiro a informação, e pesquisa-se na B.D. as equações que podem ser trabalhadas com a informação presente; após o preenchimento e obtenção de valores lógicos das sub-equações, repete-se o processo a partir da observação da informação inferida, tendo agora esta presente para a pesquisa seguinte na B.D. de equações, descartando as que se revelaram inadequadas e possivelmente adicionando novas, não reparando antes.
As duas principais diferenças entre estes dois métodos são a dificuldade de cálculo das funções associadas e a qualidade da informação final. Enquanto que o método recursivo é mais fácil (i.e. exige menor esforço, tempo e memória) de calcular e executar, as conclusões são quase invariavelmente frias e absortas a possíveis comunicações subentendidas. No entanto é mais resistente a falhas dada a facilidade da prova de correcção.
[Em construção]
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No segundo nível de processamento pretende-se que seja gerado o pensamento interno, a primeira fase de processamento consciente. Neste nível é de especial importância a aplicação do conceito de caixa-negra, sendo que o pensamento deve ser objectivo e independente de factores como os locutores, o estado de espírito, a massa da consciência (que quando submetida a uma influência gravitacional de personalidade se torna em peso de consciência). Apenas deste modo é possível garantir o correcto processamento da informação e resistir às falácias comuns ao ser humano, sendo que esta tecnologia é direccionada à espécie referida.
Este nível pode ser executado de uma forma recursiva ou iterativa (respectivamente), dependendo de se se dispõe as equações da lógica proposicional antes ou depois (respectivamente) das conclusões. Na execução recursiva acede-se de ante-mão ao banco de dados (B.D. doravante) de hipóteses formuladas, seleccionando as relevantes ao tema; procede-se então ao processamento da informação mais básica e ao preenchimento das variáveis das equações lógicas, repetindo o processamento com a adição dos valores lógicos das sub-equações obtidos em cada execução. Pelo método iterativo observa-se primeiro a informação, e pesquisa-se na B.D. as equações que podem ser trabalhadas com a informação presente; após o preenchimento e obtenção de valores lógicos das sub-equações, repete-se o processo a partir da observação da informação inferida, tendo agora esta presente para a pesquisa seguinte na B.D. de equações, descartando as que se revelaram inadequadas e possivelmente adicionando novas, não reparando antes.
As duas principais diferenças entre estes dois métodos são a dificuldade de cálculo das funções associadas e a qualidade da informação final. Enquanto que o método recursivo é mais fácil (i.e. exige menor esforço, tempo e memória) de calcular e executar, as conclusões são quase invariavelmente frias e absortas a possíveis comunicações subentendidas. No entanto é mais resistente a falhas dada a facilidade da prova de correcção.
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