Por favor.
Tu sabes.
Eu sei.
Até já.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Uma noite comum também para os meus olhos, que vêem a tinta do que não escreveram a escorrer, borrada pelas macabras gotas que caem do céu. Aí sim, as intenções se tornam palavras: molho a pena na chuva negra, firo a minha língua, e com a boca e a pena em sangue, transmito as palavras que me iam nas veias mas que a língua não queria soltar.
Sem comentários:
Enviar um comentário