sábado, 23 de março de 2013

Mas os navios podem partir, sem rumo, sem mapas, sem estrelas pelas quais se guiar. Há os que encontram porto seguro, há os que encontram alguma ilha deserta onde possam tentar sobreviver.

Outros desesperam tentando entender as correntes, e mesmo que com cuidado enfrentam as ondas; não desistem até serem devorados pelo oceano. E afogar-se-ão antes de destruirem o que os nativos de outros mundos quiseram.

(E o rum tanto serve para os piratas como para os exploradores.)

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