domingo, 14 de abril de 2013

Abre-se a caverna dos vocábulos, e de lá sairiam torrentes de versículos, parábolas, poemas em prosa. Mas neste momento apenas silêncio, e uma brisa morna. Senta-te, em paz contigo, em paz comigo. O monstro dorme. E com ele, um fragmento bem tratado, bem guardado.

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